EDITAL Nº 104/2012, de 13 de ABRIL de 2012

 

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO - PSS

 

 

LUIZ ROBERTO PUGLIESE, Prefeito do Município de Arapongas, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, nos termos da Constituição Federal, art. 37, item IX, do art. 125, item IX a, b da Lei Orgânica, bem como do art. 288, da Lei Municipal nº 2.147, de 06 de novembro de 1992;

 

TORNA PÚBLICO:

 

O presente Edital que divulga e estabelece normas específicas para abertura das inscrições e realização de processo seletivo simplificado para contratação por tempo determinado, em regime especial, de profissionais de nível fundamental, médio e superior para exercício de atividades no âmbito municipal visando compor as Secretarias Municipais e o quadro de Unidades do Programa Saúde da Família, Programa de Combate ao Aedes Aegypti, CEO – Centro de Especialidades Odontológicas da Secretaria Municipal de Saúde, NASF e SAMU.

 

1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

 

1.1 O processo seletivo simplificado destina-se à seleção de profissionais de nível fundamental, médio e superior, para contratação, observado o quantitativo estabelecido no Anexo I.

1.2 Os cargos objeto do processo seletivo simplificado, as vagas e os códigos dos cargos para inscrição são os constantes no Anexo I.

1.3 As descrições das atividades, a formação, os pré-requisitos de cada cargo, os vencimentos e a jornada de trabalho estão especificados no Anexo II.

1.4 Os conteúdos programáticos de cada cargo constam no Anexo III do presente Edital.

1.5 As contratações serão feitas por prazo determinado, não excedendo ao último dia do exercício financeiro (31 de dezembro de 2012).

1.6 A opção do candidato em concorrer a um cargo é ato de vontade expressa quando da inscrição. Em nenhuma hipótese será efetuada a contratação de candidato em cargo diferente daquele pelo qual tenha optado no ato de inscrição.

 

2. DOS REQUISITOS BÁSICOS PARA A CONTRATAÇÃO

 

2.1 O candidato classificado no processo seletivo simplificado de que trata este Edital será contratado até o limite estabelecido para o cargo pelo qual optou por concorrer, desde que atendidas às seguintes exigências:

a)     ter se classificado no processo seletivo simplificado na forma estabelecida neste Edital;

b)     ter nacionalidade brasileira ou, no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, nos termos do parágrafo 1º, artigo XII, da Constituição Federal;

c)      estar em dia com as obrigações eleitorais;

d)     estar em dia com as obrigações do Serviço Militar, para os candidatos do sexo masculino;

e)     ter a escolaridade exigida para o cargo, conforme Anexo II;

f)        ter idade mínima de 18 anos completos, na data da contratação;

g)     ter aptidão física e mental para o exercício das atividades, devidamente comprovada por meio de exames a serem definidos pela Prefeitura;

h)      declarar no requerimento de inscrição que atende às condições exigidas e que se submete às normas expressas neste Edital.

 

3. DA INSCRIÇÃO NO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

 

3.1 As inscrições serão realizadas sem ônus para o candidato, mediante preenchimento do Requerimento de Inscrição no Centro Administrativo – Prefeitura Municipal de Arapongas, situada à Rua Garças nº 750 - Arapongas-PR, no período fixado no Anexo IV, das 09:00h às 11:00h horas e das 13:00h às 17:00h horas.

3.2 Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá tomar conhecimento do disposto neste Edital e em seus Anexos e certificar-se que preenche todos os requisitos exigidos.

3.3 A inscrição do candidato implicará na tácita aceitação das normas e condições estabelecidas neste Edital, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento.

3.4 A exatidão nas informações prestadas no Requerimento de Inscrição é de inteira responsabilidade do candidato ou de seu representante legal, dispondo a Prefeitura Municipal de Arapongas do direito de determinar o cancelamento da inscrição e a anulação de todos os atos dela decorrentes, em qualquer época, sem prejuízo das sanções penais cabíveis, se forem constatados:

a) preenchimento incorreto e/ou incompleto dos dados;

b) dados inexatos, inverídicos ou falsos.

3.5 O candidato poderá inscrever-se apenas para um único cargo.

3.6 As divulgações referentes a este Processo Seletivo Simplificado serão publicadas sempre através do endereço eletrônico do Município de Arapongas (www.arapongas.pr.gov.br), bem como através de afixação no mural do Centro Administrativo - Prefeitura Municipal de Arapongas, situado à Rua Garças nº 750, Centro – Arapongas-PR.

 

 

4. DAS ETAPAS DO PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

 

4.1 O processo seletivo simplificado será realizado em uma única etapa, constituída de prova de múltipla escolha, com vinte questões específicas de acordo com o cargo disputado, exceto para o cargo de Motorista II, Tratorista e Operador de Máquina de Grande Porte, que contará também com prova prática, efetuada após o resultado da prova teórica e somente com os candidatos aprovados nesta;

4.2       Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem nota igual ou superior a 50 na média.

4.3       A correção da prova será feita por Banca Examinadora, composta por profissionais da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Administração e Secretaria Municipal de Segurança Pública e Trânsito, designados pelos titulares das Pastas.

4.4       Para o cargo de Motorista II, Tratorista e Operador de Máquina de Grande Porte, a nota para classificação consistirá na somatória das notas da prova de múltipla escolha, somada à nota da prova prática, sendo o resultado a média aritmética simples das 2 (duas) notas.

 

5. DA REALIZAÇÃO DAS PROVAS

 

5.1 Não haverá aplicação das provas fora dos locais e datas pré-estabelecidos.

5.2 O candidato deverá comparecer ao local designado para a prova com antecedência mínima de 01 (uma) hora,

 5.3 O ingresso na sala de prova somente será permitido ao candidato munido de 1 (um) dos documentos abaixo discriminados, apresentando forma legível e em via original:

a) Carteira de Identidade;

b) Carteira de Identidade fornecida por órgão ou conselho de representação de classe;

c) Carteira Nacional de Habilitação (modelo novo com fotografia) que contenha o número da carteira de identidade;

d) Passaporte brasileiro, carteiras funcionais expedidas por órgão público, que por lei federal valham como identidade;

e) Carteira de Trabalho (modelo novo) expedida a partir de 20 de janeiro de 1997.

5.4 Não serão aceitos protocolos nem cópias de documentos, ainda que autenticados.

5.5 O candidato deverá usar para a realização das provas caneta esferográfica azul ou preta.

5.6 Não haverá segunda chamada, seja qual for o motivo alegado para justificar atraso ou ausência do candidato.

5.7 Durante a realização das provas não será permitida comunicação entre os candidatos ou a permanência de pessoas estranhas ao processo seletivo simplificado, no local das provas, bem como a consulta de qualquer natureza a livros, revistas, folhetos e outros.

5.8 O fechamento dos portões acontecerá com 30 (trinta) minutos de antecedência ao início das provas sendo que, após o fechamento dos portões, não mais será permitida a entrada de candidatos no local de provas.

 

 

6. DA CLASSIFICAÇÃO DOS CANDIDATOS

 

6.1 Os candidatos habilitados serão classificados por ordem decrescente da nota final.

6.2 A classificação final será feita pela comissão responsável pelo processo seletivo simplificado.

6.3 Na hipótese de igualdade de nota final, terá preferência o candidato de maior idade.

6.4 A classificação dos candidatos terá validade enquanto houver quadro de reserva e de acordo com as necessidades de cada Programa ou Secretaria.

 

7. DOS RESULTADOS

 

7.1 Os resultados do processo seletivo simplificado serão divulgados, nos murais do Centro Administrativo – Prefeitura Municipal de Arapongas, situado na Rua Garças nº 750, Centro, Arapongas - PR, no site da Prefeitura – www.arapongas.pr.gov.br e no órgão oficial do Município.

 

8. DOS RECURSOS

 

8.1 O candidato poderá interpor recurso contra a classificação nas 24 horas após a divulgação da lista de classificação.

8.2 Os recursos deverão ser feitos por escrito e protocolados no Setor de Protocolo Geral da Prefeitura do Município de Arapongas, Rua Garças nº 750, Centro, Arapongas–PR, não sendo consideradas reclamações verbais.

8.3 Os recursos serão analisados por Comissão, formalmente designada, que emitirá parecer conclusivo.

 

9. DA CONTRATAÇÃO

 

9.1 De acordo com a necessidade das Secretarias Municipais e dos Programas de Saúde, serão convocados os candidatos habilitados no processo seletivo simplificado, obedecendo rigorosamente a ordem de classificação.

9.2 Havendo desistência haverá 2ª. (segunda), 3ª. (terceira) ou outras chamadas se necessário for.

9.3 O candidato aprovado será convocado através de Edital de Convocação, a ser fixado nos murais do Centro Administrativo – Prefeitura Municipal de Arapongas, situado a Rua Garças nº 750, Arapongas - PR, no site da Prefeitura – www.arapongas.pr.gov.br.

9.4 Para que seja considerada legal a atividade a ser assumida pelo candidato é obrigatória a prévia assinatura do contrato.

9.5 Para fins de contratação o candidato deverá apresentar carteira de identidade e demais documentos pessoais que forem solicitados pela Diretoria de Recursos Humanos do Município de Arapongas.

9.6 Na falta do diploma serão aceitas declarações, com validade de 1 (um) ano da data de expedição.

9.7 Toda a documentação será analisada pela equipe da Diretoria de Recursos Humanos que, após análise, procederá ao Contrato de Trabalho por Tempo Determinado.

 

10. DISPOSIÇÕES FINAIS

 

10.1 Comprovada, a qualquer tempo, irregularidade ou ilegalidade nos documentos apresentados, o candidato será excluído do Processo Seletivo Simplificado.

10.2 O candidato classificado que não tiver interesse em aceitar a vaga ofertada será considerado desistente e seu nome será eliminado da lista de classificação.

10.3 Por ocasião da convocação será desclassificado o candidato que não atender qualquer das condições exigidas, não cabendo recursos.

10.4 Os casos omissos no presente Edital serão resolvidos pela Comissão de Acompanhamento deste processo Seletivo, observados os princípios e normas que regem a administração pública.

 

 

Arapongas, 13 de abril de 2012.

 

 

 

 

 

 

LUIZ ROBERTO PUGLIESE

Prefeito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO I

DOS CÓDIGOS DE INSCRIÇÃO, DENOMINAÇÃO DOS CARGOS E VAGAS

 

 

Nível Fundamental

 

CÓDIGO

CARGO

VAGAS

001

Agente Comunitário de Saúde

35

002

Agente de Endemias

30

003

Motorista II

14

004

Operador de Máquina Automotiva de Grande Porte

01

005

Operário

20

006

Tratorista

01

 

Nível Médio

 

CÓDIGO

CARGO

VAGAS

007

Auxiliar de Saúde Bucal

07

008

Auxiliar de Enfermagem

10

 

Nível Superior

 

CÓDIGO

CARGO

VAGAS

009

Médico Geral Comunitário - PSF

06

010

Médico Ginecologista

01

011

Médico Plantonista Intensivista (SAMU)

01

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO II

DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS, ESCOLARIDADE, VENCIMENTO INICIAL E CARGA HORÁRIA

 

Cargo

Descrição das Atividades

Escolaridade e Requisitos

Vencimento

Inicial

Carga Horária Semanal

Agente Comunitário de Saúde

- Exercer atividades de prevenção de doenças e promoção de saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS; utilizar instrumentos para diagnóstico demográfico e sócio cultural da comunidade; promover ações de educação para saúde individual e coletiva; registrar, para fins exclusivos de controle e planejamento das ações de saúde, os nascimentos, óbitos, doenças e outros agravos à saúde; estimular a participação da comunidade nas políticas públicas voltadas para a área de saúde; realizar visitas domiciliares periódicas para monitoramento de situações de risco à família; participar de ações que fortaleçam os elos entre o setor de saúde e outras políticas que promovam a qualidade de vida; cadastrar as famílias e atualizar permanentemente esse cadastro; identificar indivíduos e famílias expostos a situações de risco;

- identificar área de risco; orientar as famílias para utilização adequada dos serviços de saúde, encaminhando-as e até agendando consultas, exames e atendimento odontológico, quando necessário; realizar ações, atividades, no nível de suas competências, nas ações prioritárias da Atenção Básica; realizar por meio de visita domiciliar acompanhamento mensal de todas as famílias sob sua responsabilidade; estar sempre bem informado, e informar aos demais membros da equipe, sobre a situação das famílias acompanhadas.

- Ensino Fundamental Completo, quando da admissão;

 

 

R$ 622,00

40 horas semanais

Agente de Endemias

- O Agente de Controle de Endemias deve desenvolver, sob supervisão, as seguintes atividades: atuar em endemias existentes e/ou a surgir no município, como a Dengue; Visitar residências, estabelecimentos comerciais, industriais e outros; Vistoriar terrenos baldios; Localizar, eliminar foco e criadouros; Realizar tratamento focal: aplicação de larvicida (organofosforado) em vasos de plantas, pneus, tambores e outros; Realizar tratamento focal em pontos estratégicos; Realizar levantamento de índice (pesquisa larvária); Fazer orientação sobre o mosquito Aedes Aegypit e como evitar a Dengue, em todas as visitas; Preencher formulários; Atualizar mapeamento; Participar de reuniões e treinamentos; Realizar palestras e outras atividades de educação em saúde; Outras atividades inerentes à função.

Ensino Fundamental Completo, quando da admissão.

R$ 622,00

40 Horas Semanais

Motorista II

 - Vistoriar o veículo, verificando o estado dos pneus, o nível de combustível, água e óleo do Carter, testando freios e parte elétrica para certificar-se de suas condições de funcionamento; examinar as ordens de serviço, verificando a localização dos depósitos e estabelecimentos onde se processarão carga e descarga, para dar cumprimento à promoção estabelecida; ligar o motor do veículo girando a chave de ignição para aquecê-lo e possibilitar sua movimentação; dirigir o caminhão, manipulando os comandos e observando o fluxo de trânsito e de sinalização, para conduzí-lo aos locais de carga e descarga; zelar pela documentação de carga e do veículo, verificando sua legalidade e correspondência aos volumes, para apresentá-la às autoridades competentes quando solicitada, nos postos de fiscalização; controlar a carga e descarga do material transportável, comparando-os aos documentos de recebimento ou de entrega e orientando sua arrumação no veículo, para evitar acidentes e atender corretamente o usuário; zelar pela manutenção do veículo, comunicando falhas e solicitando reparos, para assegurar seu perfeito estado; recolher o caminhão após a jornada de trabalho, conduzindo-o à garagem para possibilitar a manutenção e abastecimento do mesmo.

Quarta Série Completa do Ensino Fundamental – CNH categoria “D” ou “E”.

R$ 721,32

44 Horas Semanais

Operador de Máquina Automotiva de Grande Porte

Conduz máquinas, acionando o motor e manipulando os dispositivos de marcha para posicioná-la segundo as necessidades do trabalho; movimenta a pá escavadeira, acionando seus pedais e alavancas de comando, corte, elevação e abertura para escavar, carregar, levantar e descarregar o material; efetua a manutenção de máquinas, abastecendo-a e executando pequenos reparos  para assegurar seu bom funcionamento.

Escavadeira Hidráulica: Opera uma máquina montada sobre rodas ou esteira e provida de caçamba móvel, conduzindo-a e operando seus comandos de corte e materiais análogos. Podem especializar-se na operação de determinados tipos de máquina escavadeira e ser designado de acordo com a especialização.

Trator de Esteira: Opera uma máquina a motor provida de uma lâmina frontal côncava de aço, dirigindo-a e manipulando os comandos de movimentação de lâmina para empurrar, distribuir e nivelar terra e outros materiais. Pode retirar entulhos de obras em demolição.

Pá-Carregadeira: Opera uma máquina montada sobre rodas ou esteiras e provida de uma pá de comando hidráulico, conduzindo-a e acionando os comandos de tração e os comandos hidráulicos, para escavar e mover terra, pedras, areia, cascalho e materiais semelhantes. Desempenha tarefas similares às que realiza o operador de escavadeira, porém, é especializado na operação de uma pá carregadeira que escava ou colhe materiais e os verte em caminhões, veículos de carga pesada e em outros recipientes.

Motoniveladora: Opera máquina niveladora munida de uma lâmina ou um escarificador e movida por autopropulsão ou por reboque, manipulando os comandos de marcha e direção, para nivelar terrenos na construção de edifícios, estradas, pistas de aeroportos e de outras obras; manobra a máquina, manipulando os comandos de marcha e direção do trator, da niveladora ou da pá mecânica para possibilitar a movimentação da terra; movimenta a lâmina niveladora ou pá mecânica ou da borda inferior da pá, acionando as alavancas de controle para posicionar o mecanismo segundo as necessidades do trabalho; manobra a máquina acionando os comandos para empurrar a terra solta, rebaixar as mais altas e nivelar a superfície ou deslocar a terra para outro lugar. Pode especializar-se em operar um tipo específico de máquina niveladora a ser designado de acordo com a especialização.

- Quarta Série completa do Ensino Fundamental

R$ 721,32

44 Horas Semanais

Operário

- Integra equipe de trabalho nos setores de obras e serviços públicos, de viação e manutenção de estradas e ruas; Executa trabalhos de reparação, conserto e adequação dos próprios municipais; Utiliza ferramentas e equipamentos simples;  Executa outras tarefas correlatas.

- Segunda Série completa do Ensino Fundamental

R$ 622,00

44 Horas Semanais

Tratorista

- Dirige trator manipulando os comandos de marcha e direção para deslocá-lo, e ao reboque, segundo as necessidades do trabalho; opera o equipamento rebocado manipulando os comandos, para possibilitar a execução das tarefas requeridas.

Pode especializar-se na operação de determinados tipos de trator  e ser designado de acordo com a especialização.

- Quarta Série completa do Ensino Fundamental - CNH categoria específica

R$ 721,32

44 Horas Semanais

Auxiliar de Saúde Bucal

- Proceder a desinfecção e esterilização de materiais e instrumentos utilizados; sob supervisão do cirurgião dentista, realizar procedimentos educativos e preventivos aos usuários, individuais ou coletivos, como evidenciação de placa bacteriana, a escovação supervisionada, orientação de escovação, uso de fio dental, etc.; preparar e organizar o instrumental e materiais (sugador, espelho, sonda, etc.) necessários para o trabalho; instrumentalizar o cirurgião dentista durante a realização de procedimentos clínicos (trabalho a quatro mãos); agendar o paciente e orientá-lo ao retorno e à preservação do tratamento; acompanhar e desenvolver trabalhos com a equipe de Saúde da Família no tocante à saúde bucal; executar outras tarefas correlatas à função e/ou determinadas pelo superior imediato.

- Ensino Médio Completo, quando da admissão.

- Curso de Auxiliar em Saúde Bucal completo, com registro no CRO.

 

R$ 622,00

40 Horas Semanais

Auxiliar de Enfermagem

- Controla sinais vitais dos pacientes observando a pulsação e utilizando aparelhos de ausculta e pressão, para registrar anomalias; Ministra medicamentos e tratamento aos pacientes internados, observando horários, posologia e outros dados para atender a prescrições médicas; Faz curativo simples, utilizando suas noções de primeiros socorros ou observando prescrições, para proporcionar alívio ao paciente e facilitar a cicatrização de ferimentos, suturas e escoriações; Atende crianças e pacientes que dependem de ajuda, auxílio na alimentação e higiene dos mesmos, para proporcionar-lhes conforto e recuperação mais rápida; Prepara pacientes para consultas e exames, vestindo-os adequadamente, colocando-os na posição indicada para facilitar a realização das operações mencionadas; Prepara e esteriliza material instrumental, ambientes e equipamentos, obedecendo a prescrição, para permitir a realização de exames, tratamentos, intervenções cirúrgicas e atendimento obstetrício; Efetua coleta de material para exame de laboratório e a instrumentação e intervenção cirúrgica, atuando sob a supervisão do enfermeiro, em caráter de apoio, para facilitar o desenvolvimento das tarefas de cada membro da equipe de saúde; Registra as tarefas executadas, as observações feitas e as reações ou alterações importantes, anotando-as no prontuário do paciente, para informar à equipe de saúde e possibilitar a tomada de providências imediatas; Outras atividades correlatas.

Ensino Médio Completo com formação técnica específica.

R$ 624,06

36 Horas Semanais

Médico Geral Comunitário

- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; executar ações de assistência integral em todas as fases do ciclo de vida: criança, adolescente, mulher, adulto e idoso; realizar consultas e procedimentos na UBS e, quando necessário, no domicílio; realizar atividades clínicas correspondentes às áreas prioritárias na intervenção da Atenção Básica, definidas pela Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS 2001; aliar a atuação clínica à prática da  saúde coletiva; fomentar a criação de grupos de patologias específicas, como de hipertensos, diabéticos, saúde mental, etc.;  realizar o pronto atendimento médico nas urgências e emergências; encaminhar aos serviços de maior complexidade, quando necessário, garantindo a continuidade do tratamento na UBS, por meio de um sistema de acompanhamento e referência e contra-referência; realizar pequenas cirurgias ambulatoriais; indicar internação hospitalar; solicitar exames complementares; verificar e atestar óbito; executar outras atividades correlatas à função e/ou determinadas pelo superior imediato.

Graduação em Medicina, com registro no CRM, quando da admissão.

 

R$ 5.832,33

40 horas semanais

Médico Ginecologista

- realizar junto com as ESF, o planejamento das ações de saúde da mulher; realizar atividades clínicas pertinentes a sua responsabilidade profissional; apoiar as ESF na abordagem e no processo de trabalho referente aos casos de agravos severos e/ou persistentes de saúde da mulher, além de situações específicas como a de

violência intrafamiliar; discutir com as ESF os casos identificados que necessitam de ampliação da clínica em relação a questões específicas; criar, em conjunto com as ESF, estratégias para abordar problemas que se traduzam em maior vulnerabilidade; evitar práticas que levem à medicalização de situações individuais e sociais, comuns à vida cotidiana;  desenvolver ações de mobilização de recursos comunitários, buscando constituir espaços

de vida saudáveis na comunidade, como oficinas comunitárias, destacando a relevância da articulação intersetorial - conselhos tutelares, escolas, associações de bairro etc; priorizar as abordagens coletivas, identificando os grupos estratégicos para que a atenção em saúde da mulher se desenvolva nas unidades de saúde e em outros espaços na

comunidade; ampliar o vínculo com as famílias, tomando-as como parceiras no tratamento e buscando constituir redes de apoio e integração; realizar visita domiciliar em conjunto com as equipes Saúde da Família a partir de necessidades identificadas, a exemplo dos casos de pacientes impossibilitados de

deambular;  identificar, em conjunto com as ESF e a comunidade, as atividades, as ações e as práticas a serem adotadas em cada uma das áreas cobertas; identificar, em conjunto com as ESF e a comunidade, o público prioritário a cada uma das

ações; atuar, de forma integrada e planejada, nas atividades desenvolvidas pelas ESF e de

Internação Domiciliar, quando estas existirem, acompanhando e atendendo a casos, de

acordo com os critérios previamente estabelecidos; acolher os usuários e humanizar a atenção; desenvolver coletivamente, com vistas à intersetorialidade, ações que se integrem a outras

políticas sociais como: educação, esporte, cultura, trabalho, lazer, entre outras; promover a gestão integrada e a participação dos usuários nas decisões, por meio de

organização participativa com os Conselhos Locais e/ou Municipais de Saúde;

- elaborar estratégias de comunicação para divulgação e sensibilização das atividades dos

NASF por meio de cartazes, jornais, informativos, faixas, folders e outros veículos de informação; avaliar, em conjunto com as ESF e os Conselhos de Saúde, o desenvolvimento e a

implementação das ações e a medida de seu impacto sobre a situação de saúde, por meio

de indicadores previamente estabelecidos; elaborar e divulgar material educativo e informativo nas áreas de atenção dos NASF; elaborar projetos terapêuticos individuais, por meio de discussões periódicas que

permitam a apropriação coletiva pelas ESF e os NASF do acompanhamento dos usuários,realizando ações multiprofissionais e transdisciplinares, desenvolvendo a responsabilidade

compartilhada.

Ensino Superior Completo em Medicina;

Especialização e/ou Título de Especialista

e/ou Residência Médica na área e registro

no órgão da classe (CRM)

R$ 6.384,60

40 horas semanais

 

Médico Plantonista Intensivista (SAMU)

- médicos responsáveis pelo atendimento necessário para a reanimação e estabilização do paciente,

no local do evento e durante o transporte;conhecer a rede de serviços da região; manter uma visão global e permanentemente atualizada dos meios disponíveis para o atendimento

pré-hospitalar e das portas de urgência, checando periodicamente sua capacidade operacional;acompanhamento do atendimento local, manter contato diário com os serviços médicos de

emergência integrados ao sistema; prestar assistência direta aos pacientes nas ambulâncias, quando indicado, realizando os atos

médicos possíveis e necessários ao nível pré-hospitalar; exercer o controle operacional da equipe assistencial; fazer controle de qualidade do serviço nos aspectos inerentes à sua profissão; avaliar o desempenho da equipe e subsidiar os responsáveis pelo programa de educação

continuada do serviço; obedecer às normas técnicas vigentes no serviço;preencher os documentos inerentes à atividade do médico intensivista e de assistência pré-hospitalar;garantir a continuidade da atenção médica ao paciente grave, até a sua recepção por outro médico nos serviços de urgência; obedecer ao código de ética médica.

Ensino Superior Completo em Medicina;

02 (dois) anos de experiência em serviço

de pronto atendimento, ou em serviço de

pronto socorro, ou em unidade de terapia

intensiva, ou em serviço de atendimento

pré hospitalar público ou privado, quando

da admissão e registro no órgão da classe

(CRM).

R$ 2.640,19

18 horas semanais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO III

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE

O Sistema Único de Saúde (SUS); História do PACS/ESF; Atribuições, habilidades e competências do Agente Comunitário de Saúde; Doenças mais comuns nas comunidades: Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis (tuberculose, hanseníase, diabetes, hipertensão arterial, saúde mental, neoplasias); Alimentação e Nutrição; Programa Bolsa Família, Aleitamento Materno, Saúde da Criança; Gestação, pré Natal, Parto e Puerpério; Calendário Básico de Vacinação.

 

Referências Bibliográficas:

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual técnico para o controle da tuberculose; cadernos de atenção básica nº 6 – Brasília – DF, 2002.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Dengue. É fácil prevenir! – Brasília – DF, 2002.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hanseníase. Informações para Agentes Comunitários de Saúde – Brasília – DF, 2002.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Como ajudar no controle da hanseníase? – Brasília – DF, 2002.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. O trabalho do agente comunitário de saúde – Brasília – DF, 2002.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. SIAB – Manual do sistema de informação de atenção básica. – Brasília – DF, 2000.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Promovendo o aleitamento materno. 2º edição. Brasília – DF, 2003.

- Brasil. Ministério da Saúde. Coordenação Nacional de DST e Aids. Aprendendo sobre AIDS e doenças sexualmente transmissíveis; livro da família – Brasília – DF, 2001.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: hipertensão arterial e diabetes mellitus – Brasília – DF, 2001.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Área Técnica de Saúde da Mulher. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada – manual técnico – Brasília – DF, 2005.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil – Brasília – DF, 2002.

- Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de atenção Básica. Departamento de Atenção Básica. Manual de Orientações sobre o Bolsa Família na Saúde – Brasília – DF, 3º edição, 2009.

- Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria da Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. 2ª Edição. Brasília: Ministério da Saúde, 2003.

- Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais. A B C D e E das Hepatites Virais para agentes comunitários de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2009.

- Portaria nº 1.886/GM de 18 de dezembro de 1997.

- Portaria nº 648/GM de 28 de março de 2006.

- Lei nº 8080, de 19 de setembro de 1990.

 

AGENTE DE ENDEMIAS

Endemias e Dengue: Definição, Histórico, aspectos Biológicos do Vetor: Transmissão, Ciclo de Vida; Biologia do Vetor: Ovo, Larva, Pupa e Habitat; Medidas de Controle: Mecânico e Químico; Atividades Operacionais de Campo.

 

Referencia Bibliográficas:

1 – Ministério da Saúde – Fundação Nacional de Saúde – Vigilância Ambiental em Saúde Controle de Vetores – Manual do Supervisor de Campo/2001.

2 – Ministério da Saúde – Fundação Nacional de Saúde – Centro Nacional de Epidemiologia Manual de Normas Técnicas. Fevereiro/2004.

3 – Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde, Diretoria Técnica de Gestão – Dengue – Diagnóstico e Manejo Clínico – Brasília/2007.

4 – Ministério da Saúde – Secretaria de Vigilância em Saúde – Departamento de Vigilância Epidemiológica – Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue – Brasília/2009.

5 – Ministério da Saúde – CONASEMS – A Dengue e o Agir Municipal/2010.

6 – www.infoescola.com/doenças/endemias/epidemias/pandemias

7 – www.dengue.pr.gov.br

 

MOTORISTA II

Conhecimentos básicos inerentes ao Código de Trânsito Brasileiro; Resoluções, Deliberações, Portarias e demais Leis expedidas pelos órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito; Direção defensiva; Noções gerais de circulação e conduta; Noções de mecânica de autos; Noções de primeiros socorros; Manutenção e Limpeza de veículos.

 

Referência Bibliográficas:

Lei nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro):

1 - Disposições preliminares – artigos 1º ao 4º;

2 - Normas gerais de circulação e conduta – Artigos 26º e 67º;

3 - Dos Veículos – Artigos 96º a 117º;

4 - Do Registro de Veículos – Artigos 120º a 129º;

5 - Do Licenciamento de Veículos – artigos 130º a 135º;

6 - Da Habilitação – Artigos 140º a 160º

7 - Dos Crimes de Trânsito – Artigos 291º a 312º;

8 - Anexo I – dos conceitos e definições;

9 - Anexo II – resolução do CONTRAN nº 160, de 22 de Abril de 2004.

 

OPERADOR DE MÁQUINA AUTOMOTIVA DE GRANDE PORTE

Conhecimentos básicos inerentes ao Código de Trânsito Brasileiro, Resoluções, Deliberações, Portarias e demais Leis expedidas pelos órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito; Operar veículos motorizados especiais, tais como: guindastes, máquinas de limpeza de rede de esgoto, retroescavadeira, carro plataforma, motonivelador, pá-carregadeira, trator de esteira e outras máquinas rodoviárias e executar outras atividades correlatas.

 Referencias Bibliográficas:

Lei nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro):

1 - Disposições preliminares – artigos 1º ao 4º;

2 - Normas gerais de circulação e conduta – Artigos 26º e 67º;

3 - Dos Veículos – Artigos 96º a 117º;

4 - Do Registro de Veículos – Artigos 120º a 129º;

5 - Do Licenciamento de Veículos – artigos 130º a 135º;

6 - Da Habilitação – Artigos 140º a 160º

7 - Dos Crimes de Trânsito – Artigos 291º a 312º;

8 - Anexo I – dos conceitos e definições;

9 - Anexo II – resolução do CONTRAN nº 160, de 22 de Abril de 2004.

 

OPERÁRIO

Português: Análise e reflexão sobre a língua: Seqüência lógica; Ordem alfabética; Paragrafação; Grau, gênero e número do substantivo; Antônimo e Sinônimo; Acentuação gráfica; Sinais de pontuação: ponto final, dois pontos, travessão; Vírgula, exclamação e interrogação; Sinais gráficos: cedilha e til; Elementos coesivos no texto: pronomes, conjunções; Verbo – tempo verbal:  presente, passado e futuro; Tipologia textual: textos informativos, de instrução, anúncios, rótulos, letras música, jornalístico, literário, poéticos e história em quadrinhos; Classificação silábica: monossílaba, dissílaba, trissílaba e polissílaba; Acentuação: classificação quanto à sílaba tônica (oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas); Concordância verbal e nominal; Elementos coesivos no texto: pronomes; Adjetivos; Coletivo.

Matemática: Sistema de numeração decimal: par, impar, crescente, decrescente, sucessor, antecessor, composição, decomposição, igualdade, desigualdade, agrupamento, trocas, formação de dezenas, valor posicional, classes e ordens; Operações Fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão; Sistema monetário; Medidas fundamentais de comprimento, massa, capacidade e tempo; Situações problemas. Geometria: Identificação visual das formas geométricas, Figuras geométricas (semelhança, diferença, classificação), Classificação de sólidos.

 

Referencias Bibliográficas:

Português:

- BATISTA, Antonio augusto Gomes. et. al. Pro-Letramento: Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental: Alfabetização e Linguagem. Brasília. Secretaria de Educação Básica, 2008.

- CARPANEDA, Isabella. et. al. Porta aberta: Língua Portuguesa, 1 Ano. São Paulo. FTD, 2008.

- PRADO, Angélica/ HULLE, Cristina. Projeto Prosa: Língua Portuguesa, 3º Ano. São Paulo. Saraiva, 2008.

- LOPES, Annelys/BOLLMAM, Izolda. Criar e Aprender: um projeto pedagógico, língua portuguesa, 3º ano. São Paulo. FTD, 2007.

- SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Orientações Pedagógicas, Língua Portuguesa, ciclo Básico de alfabetização. Brasília. Departamento de Ensino fundamental, 2005.

 

Matemática:

- DANTE, Luiz Roberto. Apreendendo Sempre; Matemática, 3º ano. São Paulo, Ática, 2008.

- CENTURION, Marília Ramos. et. al. Porta Aberta: Matemática, 3º ano. At. Al. São Paulo, FTD, 2008.

- CERULHO, Maria Inez de Castro. et. al. Ponto de Partida: Matemática, 3º ano. São Paulo. Editora Sarandi, 2008.

- PANDOVAN, Daniela. et. al. Projeto Prosa: Matemática, 3º Ano. São Paulo. Editora Saraiva, 2008.

- BELFORT, Elizabeth. et. al. Pró-Letramento:Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental: Matemática. Brasília. Secretaria de Educação Básica, 2008.

 

TRATORISTA

Conhecimentos básicos inerentes ao Código de Trânsito Brasileiro. Resoluções; Deliberações; Portarias e demais Leis expedidas pelos órgãos componentes do Sistema Nacional de Trânsito. Operar veículos motorizados especiais, tais como: trator e implementos e outras máquinas rodoviárias e agrícolas e conhecimentos sobre atividades específicas de acordo com a descrição do cargo.

Referencias Bibliográficas:

Lei nº 9.503, de 23 de Setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro):

1 - Disposições preliminares – artigos 1º ao 4º;

2 - Normas gerais de circulação e conduta – Artigos 26º e 67º;

3 - Dos Veículos – Artigos 96º a 117º;

4 - Do Registro de Veículos – Artigos 120º a 129º;

5 - Do Licenciamento de Veículos – artigos 130º a 135º;

6 - Da Habilitação – Artigos 140º a 160º

7 - Dos Crimes de Trânsito – Artigos 291º a 312º;

8 - Anexo I – dos conceitos e definições;

9 - Anexo II – resolução do CONTRAN nº 160, de 22 de Abril de 2004.

 

AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL

Introdução à saúde coletiva; SUS – Sistema Único de Saúde; Políticas de saúde bucal: Atenção Básica, Estratégia da Saúde da Família; Fundamentos da saúde; Biossegurança em saúde; Prevenção e controle das doenças bucais; Promoção da saúde bucal; Procedimentos clínicos e cirúrgicos; Principais agravos em saúde bucal – Flúor/fluorose; Radiologia odontológica; Atribuições e competências do ASB; Atribuições e competências do TSB.

 

Referencias Bibliográficas:

1 – Cadernos de Atenção Básica nº 17 – saúde Bucal, Disponível em: www.saude.gov.br.

2 – Curso Técnico em Higiene Dental – Centro Formador Caetano Munhoz da Rocha, 2009.

3 – Vitor Gomes em Higiene Dental – Saúde Bucal Coletiva – Ed. Santos, 4ª Ed.2000.

 

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

Fundamentos de Enfermagem; Ética e Legislação em Enfermagem; Enfermagem na Saúde da Criança; Enfermagem na Saúde da mulher nas diferentes fases da vida; Enfermagem na Unidade Central de Material e Esterilização; Enfermagem Médico – Cirúrgica; Enfermagem em Saúde Coletiva; Imunização; Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Referencias Bibliográficas:

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Guia de vigilância epidemiológica. 6.ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança: nutrição infantil: aleitamento materno e alimentação complementar. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Cadernos de Atenção Básica, n.23. Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas da Saúde. Departamento de Atenção Básica. Manual técnico para o controle da tuberculose: cadernos de atenção básica. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: http://www.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Diabetes Mellitus. 64 p. Cadernos de Atenção básica, n. 16. série A. Normas e Manuais Técnicos. Ministério da Saúde, 2006. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde. 58 p. Cadernos de Atenção Básica; 16. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle dos cânceres do colo do útero e da mama. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Área Técnica de Saúde da Mulher. Pré-natal e Puerpério: atenção qualificada e humanizada. 158 p. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Série Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – Caderno nº 5. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Guia para o controle das hanseníase. 90 p. Série Cadernos de Atenção básica, n. 10. Série A. Normas e Manuais Técnicos, n. 111. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Carta dos direitos dos usuários da saúde. Ministério da Saúde. 9 p. Série. E. Legislação de Saúde. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica de Gestão. Dengue: manual de enfermagem – adulto e criança. 48 p. serie A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br

- BRASIL. Ministério da Saúde. Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 1994.

- CONSELHO Federal de Enfermagem. Código de ética dos profissionais de enfermagem. Resolução COFEN nº 311/2007.

- KOC, Rosi Maria, et al; Técnicas Básicas de Enfermagem. 22ª ed. Século XXI – Curitiba-2004.

- Lei Orgânica da Saúde – Lei nº 8080/90. Disponível em: www.saude.gov.br

- Manual de Normas de Vacinação. 3 ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 2001. 72p.

- SHULL, Patrícia Dwyer. Enfermagem Básica – teoria e prática. 1ª edição, Riddel, São Paulo.

- SKELLEY, E.G. Medicação e matemática na enfermagem. São Paulo. EPU, 1997.

 

MÉDICO PLANTONISTA – INTENSIVISTA – (SAMU)

Acidentes por Agentes Químicos e Físicos. Aspectos Éticos em Medicina Intensiva. Código de Ética Médica. Cardiocirculatório. Arritmias cardíacas. Insuficiência coronariana aguda. Síndromes coronárias agudas. Infarto agudo do miocárdio.Tamponamento cardíaco. trombólise. Dissecção aórtica. Emergências hipertensivas. Choque cardiogênico, hipovolêmico e séptico. Edema pulmonar ardiogênico e não cardiogênico. Insuficiência cardíaca congestiva. Reposição volêmica. Drogas vasoativas. Monitorização hemodinâmica invasiva e não invasiva. Transporte de oxigênio. Metabolismo do oxigênio em condições normais e patológicas. Reanimação cardio-pulmonar-cerebral. Ácido láctico sérico. Coagulação Coagulação intravascular

disseminada e fibrinólise. Coagulopatia de consumo. Trombólise e anticoagulação. Uso de hemoderivados e substitutos do plasma. Complicações no Paciente Oncológico Endócrino /Metabólico Coma hiperosmolar, hipoglicêmico e cetoacidose. Crise tireotóxica. Coma mixedematoso. Insuficiência supra renal aguda. Rabdomiólise. Calorimetria. Diabetes insípidos. Síndrome da secreção inapropriada do ADH. Escores de Avaliação Prognóstica. Gastrintestinal Hemorragia digestiva alta e baixa. Insuficiência hepática. Abdômen agudo. Pancreatite aguda. Colecistite aguda. Intoxicações Exógenas. Infecção e Sepse Infecções bacterianas, virais, fúngicas e outros agentes. Infecções relacionadas a cateteres, hospitalares. Sepse. Uso de antibióticos. Translocação bacteriana. Descontaminação seletiva do trato gastrintestinal. AIDS. Infecções em imunodeprimidos. Colite pseudomembranosa. Síndrome da resposta inflamatória 20 sistêmica. Insuficiência de múltiplos órgãos e sistemas. Métodos de Imagem em Medicina Intensiva. Neurológico Coma. Acidente vascular encefálicos. Trombolíticos. Hipertensão endocraniana e suas medidas de controle. Indicação e controle da hiperventilação. Polirradiculoneurites. Estado de mal epilético. Miastenia gravis. Morte cerebral. Obstetrícia Eclampsia, infecção pósparto e Hellp síndrome. Politraumatismo Paciente olitraumatizado. Trauma cranioencefálico e raquimedular. Pré e Pós operatório. Avaliação do risco operatório. Procedimentos Invasivos. Intubação orotraqueal, traqueostomia. Cateterização arterial, dissecção venosa. Marcapasso. Cateterização venosa central e de artéria pulmonar. Pericardiocentese e drenagem pleural. Raquicentese. Queimaduras Grande queimado. Insuficiência renal aguda. Métodos dialíticos. Distúrbio hidro-eletrolíticos e ácido-básicos. Respiratório Insuficiência respiratória aguda. Trocas gasosas pulmonares. Estado de mal asmático. Embolismo pulmonar. Síndrome do desconforto respiratório agudo. Broncoaspiração. Doença pulmonar obstrutiva crônica agudizada. Suporte ventilatório mecânico invasivo e não invasivo. Hipoventilação controlada e hipercapnia permissiva. Ventilação mecânica na asma, doença pulmonar obstrutiva crônica e Síndrome do desconforto respiratório agudo. Monitorização da ventilação. Capnografia. Desmame ventilatório. Complicações da ventilação mecânica. Gasometria arterial. Óxido nítrico. Oxigenioterapia. Sedação, Analgesia e Bloqueio Neuromuscular. Suporte Nutricional, Sepse, doença pulmonar obstrutiva crônica,queimado, trauma, insuficiência hepática e

renal. Imunomoduladores. Nutrição parenteral e enteral. Transporte do paciente crítico.

 

Referencias Bibliográficas:

O candidato deve buscar os itens apontados no programa acima em bibliografia atualizada, que pode ser encontrada em bibliotecas que tenham seu acervo constantemente atualizado e em livrarias do ramo e/ou localizada por meio de busca na internet, em sites de instituições oficiais.

 

MÉDICO GINECOLOGISTA

Alterações Menstruais: Amenorréias; hemorragia disfuncional; ciclo menstrual. Planejamento familiar: anticoncepcional oral injetável (mensal e trimestral); método de barreira e natura; DIU; anticoncepção na amamentação; anticoncepção na adolescência; anticoncepção de emergência e cirúrgica. Climatério: perimenopausa; terapia de reposição hormonal; osteoporose; sexualidade. Infecções: DST; doença inflamatória pélvica; HIV; papilomavírus. Mastologia: prevenção de câncer de mama; rasteio do câncer de mama; lesões benignas e malignas. Patologias benignas do útero: miomas; endometrioses; dismenorreia; dor pélvica; incontinência urinária. Operações ginecológicas: curetagem; prolapsos; histerectomia e tumores anexais. Gravidez: diagnóstico; laboratório pré natal; propedêutica básica. Parto: assistência e mecanismo do parto normal, cesariana. Puerperio: normal; planejamento familiar; amamentação; infecções psicoses. Patologias da gravidez: aborto; hiperemese;

sangramentos; hipertensão arterial; diabetes na gravidez e infecções. Medicina fetal: crescimento e desenvolvimento; cardiotocografia; ultra-sonografia; maturidade fetal e vitalidade.

 

Referencias Bibliográficas:

O candidato deve buscar os itens apontados no programa acima em bibliografia atualizada, que pode ser encontrada em bibliotecas que tenham seu acervo constantemente atualizado e em livrarias do ramo e/ou localizada por meio de busca na internet, em sites de instituições oficiais.

 

MÉDICO GERAL COMUNITÁRIO - PSF

Prática da Medicina Ambulatorial Baseada em Evidências; Fundamentos e Práticas em Atenção Primaria à Saúde; Atendimento à Criança e ao Adolescente; Assistência à Mulher; Proteção da Saúde e Prevenção das Doenças do Adulto e Idoso; Diabetes, Doenças Cardiovasculares e Seus Fatores de Risco e Outras Doenças Crônica; Problema de Saúde Mental; Problema na Pele; Cirurgia Ambulatorial; Situações de Emergências; Problemas Comuns do Adulto; Problema Infecciosos.

 

Referencias Bibliográficas:

1.      DUNCAN, Bruce B. et al. Medicina Ambulatorial: Condutas Clínicas em Atenção Primária. 3ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 2004.

2.      STARFIELD, Barbara. /atenção Primária, equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília: UNESCO, Ministério da Saúde, 2002. 726p. Disponível em HTTP://unesco.org/images/0013/001308/130805por.pdf.

3.      McWHINNEY. A Textbook of Family Medicine. 2ed. Oxford: University Press, 1997 448p.

4.      WONCA. A Definição Européia de Medicina Geral e Familiar. Justin Allen et al., WONCA, 2002. Disponível em http://www.sbmfc.org.br/site/bib/download/Definicao-europa2002.pdf

5.      Lei 8.080 de 19/09/1990. Disponível em http://www.saude.inf.br/legisl/lei8080.htm.

6.      Lei 8.142 de 28/12/1990. Disponível em http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/42/1990/8142.htm.

7.      Renovação da Atenção Primária em Saúde nas Américas – Documento de Posicionamento da OPAS/OMS. Agosto de 2005. Disponível em http://www.paho.org/portuguese/ad/ths/os/phc2ppaper_10-ago-05_Por.pdf

8.      Norma Operacional Básica do sistema único de saúde – NOB 01/96. Disponível em http://conselho.saude.gov.br/legislacao/nobsus96.htm

9.      Manual de Assistência Domiciliar na Atenção primária à Saúde. Ministério da Saúde / Grupo Hospitalar Conceição. Disponível em  http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/Manual_Cuidadores_Profissionais.pdf

10. Pra-Saber: Informações de Interesse à Saúde. Disponível em: http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/sms/usu_doc/pranene-praviver.pdf

11. Lei 11.350 de 5 de outubro de 2006. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/lei11350.pdf

12. Portaria 648 de 28 de março de 2006. Disponível em http://dtr2004.saude.gov.br/dab/legislacao/portaria_648_28_03_2006.pdf

13. Portaria 649 de 28 de março de 2006. Disponível em http://dtr2004.saude.gov.br/dab/legislacao/portaria_649_28_03_2006.pdf

14. Portaria 650 de 28 de março de 2006. Disponível em http://www.in.gov.br/materiais/xml/do/secao1/2069062.xml

15. SIAB: Manual do Sistema de Informação da Atenção Básica. Disponível em http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/03_1543_M.pdf

16. Sistema de Informação da Atenção Básica – Indicadores 2005. Disponível em http://dtr2004.saude.gov.br/dab/caadab/documentos/siab2005.pdf

17. SIM e SINASC para profissionais do PSF. Disponível em http://dtr2004.saude.gov.br/dab/caadab/documentos/importancia_sim_sinasc.pdf

18. Saúde Brasil 2005: uma análise da situação de saúde. Ministério da Saúde. Brasília – DF, 2005. Disponível em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/saude_brasil_2005.pdf

19. Guia de Vigilância Epidemiológica. 6ed. Ministério da Saúde. 2005. Disponível em http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/Guia_vig_epid_novo2.pdf

20. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei Federal nº 8069 de 13 de julho de 1990. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8069.htm

21. Estatuto do Idoso. Lei Federal nº10741 de 1º de outubro de 2003. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/2003L10.741.htm

22. BIOÉTICA E INFORMAÇÃO – Goldim JR, Francisconi CF – Informação, Privacidade e Confidencialidade. Disponível em http://www.ufrgs.br/bioetica/textos.htm#informação

23. Tratado de Clinica Medicavolume I, II , III, 2006 – Antonio Carlos Lopes

24. Medicina Ambulatorial – Condutas de Atenção Primárias Baseadas em Evidencias, 3ª Edição – Bruce B. Duncan – Maria  Inês Schmidt – Elsa R. J. Gikuliam.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO IV

PREVISÃO DE CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO

 

 

DESCRIÇÃO

DATA

Publicação do Edital

Dia 13/04/2012

Inscrições

De 18, 19, 20 e 23/04/2012

Homologação das Inscrições

Dia 24/04/2012

Recurso - Homologação das Inscrições

Dia 25/04/2012

Resultado – Homologação das Inscrições, Convocação para a prova Objetiva e Ensalamento

Dia 26/04/2012

Prova Objetiva

Dias 29/04/2012

Divulgação do Gabarito Preliminar

Dia 30/04/2012

Recurso – Gabarito Preliminar

Dias 02/05/2012

Divulgação do Gabarito Oficial da Prova Objetiva

Dia 04/05/2012

Homologação do Resultado Final

Dia 07/05/2012